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O PLANEJAMENTO COMO PROCESSO DE REDUÇÃO DE CUSTOS E AUMENTO DE RENTABILIDADE NAS EMPRESAS

Em nossos trabalhos nos últimos anos notamos entre a maioria dos empresários e dirigentes das micro e pequenas empresas uma dificuldade enorme em desenvolver um planejamento que, a partir de reduções de custos, traga ganhos significativos para seus negócios.   Este ensaio trata justamente desse assunto, ou seja, o PLANEJAMENTO como processo de redução de custos e aumento de rentabilidade nas empresas.  Em outras palavras, pretende analisar de forma resumida esse fato que é “lugar comum” nas empresas brasileiras.  Ao realizarmos observações aleatórias no contato com dirigentes empresariais de diversos segmentos de mercado, percebemos que a questão principal reside na falta de disciplina administrativa.     Os resultados dessas observações revelaram que praticamente a totalidade deles não se preocupa com a criação de um planejamento de negócios que norteiem suas atividades e concordam que a falta deste é um complicador real, porém o envolvimento com as diversas dificuldades que surgem no dia a dia, decorrentes dessa falta de planejamento não deixa alternativa senão continuar com a prática administrativa atual.  É importante notar, no entanto, que muitos deles tiveram uma certa formação em escolas de administração, porém ainda se mostram pouco afeitos a realizar uma avaliação mais profunda de suas atividades.

ADOÇÃO DE MODELOS PARA A REDUÇÃO DE CUSTOS

Esse modelo de condução dos próprios negócios, quando da falta de uma disciplina administrativa organizacional (Senge, 1990) , torna o resultado de suas atividades pouco rentável em vista do que seria necessário no mercado, inclusive para alcançar um almejado sucesso profissional. Sugerimos como ponto principal para a existência dessa disciplina a utilização do planejamento organizacional, o que deverá ser feito a partir dos instrumentos oferecidos pela controladoria nessas empresas, principalmente quando o assunto do momento é justamente a redução de custos com o objetivo de se aumentar a lucratividade.

Temos visto o surgimento de uma grande quantidade de micro e pequenas empresas atualmente no Brasil, e em todas as regiões o fenômeno é o mesmo.    O fato é que a maioria dos dirigentes desses pequenos negócios ainda possui um grande desconhecimento dos instrumentos administrativos que podem auxiliá-los na condução mais profissionalizada de suas empresas.   Essa é uma realidade que pode e deve ser explorada pelos profissionais oriundos das diversas escolas de administração existentes na região, ou seja, uma oportunidade grandiosa para que instrumentos aprendidos em sala de aula sejam colocados em prática verdadeiramente.

A BUSCA PELA RENTABILIDADE

A rentabilidade de todo empreendimento depende diretamente da forma com que ele é conduzido.  Desde o surgimento da indústria no Brasil, muito se tem falado da questão da micro, pequena e média empresa e muito se tem feito para que elas se sustentem no ambiente mercadológico do país, o qual já passou por diversos planos de ajustes econômicos afetando diretamente esses negócios em seus mais diversos segmentos.

No entanto, no Brasil, percebe-se claramente que a maioria ainda carece de um plano de negócios efetivo para que consigam permanecer em um mercado em constante mutação, principalmente nos dias atuais.

Através de observações, constatamos que esse fato tem uma relação direta com a questão disciplinar de uma forma pessoal mesmo.

PLANEJAMENTO

Assim, conclui-se que a controladoria é pensada como um instrumento valioso no saneamento do processo de aprendizagem administrativo-financeira das micro e pequenas empresas, dentro do qual elas podem se desenvolver e prolongar seu período de existência, além de aumentar a possibilidade de lucratividade ao longo do seu ciclo de vida através e um planejamento disciplinar.

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Prof. Mário A. Alves

É Economista e Consultor empresarial pela ADM-Soluções em Gestão e Revisão de Custos.  Leciona Empreendedorismo e Análise de Investimento na Faeca/Dom Bosco.

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